Começa a construção de Matriz de Materialidade de Sustentabilidade da CNseg

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fevereiro 4, 2014

Começa a construção de Matriz de Materialidade de Sustentabilidade da CNseg

Presidente da Comissão de Sustentabilidade da CNseg destaca ações em entrevista exclusiva.

A construção de uma matriz de materialidade de sustentabilidade e a elaboração de um plano de engajamento do mercado segurador com seus stakeholders começam a ganhar os primeiros contornos. O projeto, fruto de convênio firmado entre a CNseg e a Resultante Consultoria Estratégica, deverá estar concluído no prazo de seis meses, podendo as ações propostas pelo trabalho serem realizadas a partir do segundo semestre, inicialmente.

O programa que visa identificar as questões ambientais, sociais e de governança (ASG) com impactos mais relevantes na indústria de seguros teve início, na semana passada, com a realização de entrevistas com diretores e superintendentes da CNseg, FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde. O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, será entrevistado este mês, quando também serão ouvidos representantes da ANS, Susep, entre outros. A diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, já foi entrevistada, assim como a superintendente de Relações com o Mercado, Maria Elena Bidino, e a presidente da Comissão de Sustentabilidade, Adriana Boscov.

As entrevistas são realizadas por dois consultores da Resultante, a economista Maria Eugênia Buosi e o advogado Rafael Antonelli Marcos, ambos com especialização em ações de sustentabilidade. “Nosso trabalho com a CNseg tem por objetivo compreender, em primeiro lugar, como as questões de sustentabilidade se inserem na indústria de seguros do País. Então, a gente, em algumas etapas, pretende chegar a uma compreensão maior do que é relevante para a indústria de seguros tratar em relação à sustentabilidade e dentro de suas relações com uma cadeia enorme de stakeholders”, disse ela.

Para Rafael Marcos, o projeto, como um todo, demonstra a maturidade da CNseg no sentido de tentar se relacionar e dialogar com todas as partes da cadeia. “Agir de maneira proativa não é só importante para a CNseg como para o todo o setor. Já que, no fundo, no fundo, é também uma chance de encontrar oportunidades e, ao mesmo tempo, mitigar futuros riscos”, afirma ele. “Nas conversas com o mercado, existem alguns pontos principais perseguidos por todos: mitigação de riscos, geração de oportunidades e maior compliance à legislação. O mundo está mudando, e a gente tem quase uma consultoria de mudanças, na prática”, acrescenta Maria Eugênia.

Os dois lembram que a indústria de seguros tem muitas particularidades e, em consequência, a aderência à sustentabilidade deve levar em conta o porte e o ramo de atuação das seguradoras. “Temos seguradoras de um produto só, com controle estrangeiro, ligadas a bancos ou independentes, e essas singularidades devem ser consideradas na aderência das empresas à sustentabilidade”, disse Maria Eugênia.

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