Grupo BB e Mapfre patrocina exposições em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília

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março 8, 2016

Grupo BB e Mapfre patrocina exposições em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília

Paisagem nas Américas: pinturas da Terra do Fogo ao Ártico

Paisagens

A partir do dia 27 de fevereiro, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, recebe uma de suas principais exposições deste ano: Paisagem nas Américas: pinturas da Terra do Fogo ao Ártico, que esteve recentemente em cartaz na Art Gallery of Ontario, em Toronto, Canadá, e no Crystal Bridges Museum of American Art, de Bentonville, nos EUA. A mostra reúne pela primeira vez obras de grandes artistas do continente americano, como os brasileiros Tarsila do Amaral e Pedro Américo, os americanos Frederic Church e Georgia O’Keeffe, os mexicanos José Maria Velasco e Gerardo Murillo (Dr. Atl), além dos canadenses Lawrren Harris e David Milne, do venezuelano Armando Reverón, do uruguaio Pedro Figari.

Com patrocínio do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, a curadoria da exposição é assinada por Valéria Piccoli, Georgiana Uhlyarik e Peter John Brownlee. Esta mostra é a primeira a examinar a pintura de paisagem desde as primeiras décadas do século XIX até o início do século XX em um contexto pan-americano. Ela está organizada por temas e enfatiza a produção artística da Argentina e da região do Rio da Prata, de países andinos como Peru, Chile, Equador e Venezuela, Brasil, México, Estados Unidos e Canadá, onde a presença da pintura de paisagem foi mais expressiva.

“Durante este período a pintura de paisagem foi o meio primordial para a articulação de concepções simbólicas relativas ao território, tornando visível a propriedade sobre ele na formação dos estados nacionais. Gradualmente, a pintura de paisagem revela uma mudança de atitude com relação ao território, figurando a constituição de identidades culturais baseadas num sentido de pertencimento a um lugar particular. É possível identificar essas transformações à medida que se caminha pela mostra”, explica Piccoli, curadora-chefe da Pinacoteca.

O projeto é ambicioso e envolveu uma rede de instituições, acadêmicos e patrocinadores de todas as Américas. No site picturingtheamericas.org é possível conhecer todos os membros do comitê científico do projeto, além de detalhes sobre a mostra. O patrocínio à exposição é mais uma iniciativa do BB e Mapfre de apoio a projetos de grande valor cultural.

“O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre acredita e investe em cultura e desde 2011, ano de nossa formação, temos promovido iniciativas de êxito via Lei Rouanet, dentre as quais Impressionismo: Paris e Modernidade (2012); Mestres do Renascimento (2013), ambas no CCBB (Rio e SP), Salvador Dalí (2014) e Picasso e a Modernidade Espanhola (2015)”, afirma Gilberto Lourenço, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo BB e Mapfre.

“A partir dos investimentos socioculturais fortalecemos o nosso relacionamento com clientes, colaboradores, parceiros e sociedade, reforçando a vontade que temos de contribuir cada vez mais com a cultura, a educação e o desenvolvimento do Brasil”, destaca Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade do Grupo BB e Mapfre.

A mostra permanece em cartaz até 29 de maio de 2016 no 1º andar da Pinacoteca — Praça da Luz, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira, das 10 às 17h30 — com permanência até às 18 horas. Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes.

Retrospectiva sobre Iberê Camargo
Ibere

Em cartaz no CCBB de Belo Horizonte até 28 de março, exposição reúne mais de 130 obras do artista entre pinturas, desenhos, gravuras e matrizes. Reconhecida pela Associação Paulista de Críticos de Arte como a melhor exposição retrospectiva em 2014, a exposição “Iberê Camargo: um trágico nos trópicos” chega ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Belo Horizonte reunindo 134 obras do artista, entre pinturas, desenhos, gravuras e matrizes especialmente selecionados pelo curador, professor e crítico de arte Luiz Camillo Osorio. A mostra, que já passou pelo CCBB-SP, MAM Rio e CCBB-Brasilia, fica em exibição na cidade até o dia 28 de março, com entrada gratuita, e tem o patrocínio do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre. “Tão importante quanto apoiar a realização de projetos socioculturais é destacar sua relevância para a sociedade, compartilhando os benefícios com todos os nossos públicos e fortalecendo o posicionamento do Grupo como uma empresa que acredita e investe na cultura”, afirma Gilberto Lourenço, diretor-geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

“Como seguradora, nosso papel é proteger as pessoas e os seus bens, mas esse posicionamento também envolve o cuidado com o desenvolvimento sociocultural que, para o Grupo BB e Mapfre , é considerado como um dos elementos fundamentais para a geração de valor à sociedade”, destaca Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade do Grupo BB e Mapfre. Os trabalhos do artista dividem-se em dois eixos, sendo o primeiro entre as décadas de 1950 e 1970, que destaca a poética madura de Iberê e, o segundo, já no final da década de 1980 e início dos anos 1990, marcado por sua dimensão trágica. Obras como Natureza Morta, da década de 1950 – período em que Iberê retornou da Europa para o Rio de Janeiro depois de estudar com mestres como Carlos Alberto Petrucci, De Chirico e André Lhote -, até as grandes e trágicas telas de sua última fase, nos anos 1990, que incluem as séries Ciclistas, As Idiotas e Tudo Te é Falso e Inútil, poderão ser vistas.

“O núcleo da exposição é o processo de amadurecimento da trajetória de Iberê, um dos maiores artistas da segunda metade do século XX; um pintor que brigou pela qualidade das tintas e, consequentemente, pela valorização das obras. Foi uma vida inteira dedicada à arte”, afirma o curador Camillo Osorio. Iberê Camargo é um dos grandes nomes da arte brasileira do século XX. Autor de uma obra extensa, que inclui mais de sete mil obras, entre desenhos, gravuras e pinturas, desenhos, guaches e gravuras, Iberê Camargo conquistou inúmeros prêmios e participou de diversas exposições internacionais, tais como Bienal de São Paulo, Bienal de Arte Hispano-Americana em Madri, Bienal de Veneza, Bienal de Gravuras em Tóquio, entre outras exposições importantes. Faleceu em 1994, deixando sua obra a Maria, sua esposa e companheira inseparável, cuja coleção compõe hoje o acervo da Fundação Iberê Camargo. Acervo digital Além das obras em exposição no CCBB BH, o público pode acessar o Acervo Digital da Fundação Iberê Camargo [www.iberecamargo.org.br/acervodigital].

São quatro mil obras disponibilizadas em hotsite, com possibilidade de pesquisas cruzadas entre imagens e informações. Curiosidades No hotsite, é possível conferir preciosidades, como um cartão de Natal que Iberê recebeu de Jorge Amado e Zélia Gattai e a troca de correspondência dele com o também artista Alberto da Veiga Guignard. Também um abaixo-assinado liderado por Iberê e enviado ao presidente das Organizações Globo na época, Roberto Marinho, criticando o fato de o jornal O Globo dar cotações “bom”, “razoável”, “sofrível”, às exposições de arte. Exposição: “Iberê Camargo – Um Trágico Nos Trópicos”, de 27 de janeiro a 28 de março de 2016, de quarta a segunda, das 9h às 21h Curadoria: Luiz Camillo Osorio | 134 obras entre pinturas, desenhos, gravuras e matrizes, no CCBB BH. Praça da Liberdade, 450, Funcionários, Belo Horizonte (MG). Entrada gratuita [www.iberecamargo.org.br ]. O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre – Resultado da união estratégica entre o Banco do Brasil e a Mapfre Seguros, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre conta com mais de 6 mil colaboradores, mais de 41 mil pontos de venda, incluindo corretores e agências bancárias.

O curioso universo de esculturas hiper-realistas de Patricia Piccinini

Piccinini

Primeira exposição individual da artista australiana no País chega ao CCBB Brasília dia 21 de janeiro. As obras remetem a questões complexas como a imposição de padrões de beleza, o racismo e a xenofobia.

Depois de passar por São Paulo, chegam ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília as figuras criadas por Patricia Piccinini, um dos grandes destaques da produção contemporânea australiana.

Intitulada ComCiência, a primeira exposição individual de Patricia no Brasil reúne alguns de seus principais trabalhos, como Big Mother (uma figura agigantada que se assemelha a uma macaca e amamenta um bebê); The Conforter (menina coberta de pelos que acalenta um pequeno ser, de pele macia e pés fofos como um bebê humano, mas com boca gigante e sem olhos) e ainda The Observer (2010), um curioso menino que observa o mundo do alto de uma pilha inclinada de cadeiras.

As obras, criadas em seu ateliê em Melbourn, foram trazidas ao país com apoio do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, que desde 2012 tem apoiado e viabilizado exposições de grande relevância cultural, como “Picasso e a Modernidade Espanhola” e “Salvador Dalí”, em 2015, além de em 2015, além de “Mestres do Renascimento” (2013) e “Impressionismo: Paris e a Modernidade” (2012).

“Esta é mais uma iniciativa cultural apoiada pelo BB E MAPFRE, levando arte de qualidade para a população brasileira”, afirma Gilberto Lourenço, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE.

“Nosso objetivo é investir na disseminação de cultura, contribuindo para que cada vez mais pessoas tenham acesso e contato com obras e artistas. Dessa maneira, reafirmamos o nosso compromisso com a sociedade e com a preservação da arte, incentivando grandes transformações sociais e culturais”, destaca Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade do GRUPO BB E MAPFRE.

Feito a partir de fibra de vidro, silicone e cabelos humanos, o trabalho de Patricia mostra o real em contraponto ao artificial, à medida que criaturas estranhas aparecem ao lado de humanos hiper-realistas.

Um jogo que atrai não apenas pelo virtuosismo técnico, mas sobretudo porque desperta no espectador uma série de indagações acerca do mundo contemporâneo, dos efeitos da ciência e dos limites morais e éticos do ser humano.

“Trata-se de uma obra sobre a aceitação”, diz o curador Marcello Dantas. “A ideia é permitir-se contato com a essência desses personagens”, explica ele, que concebeu o sistema de visitação à exposição com a colaboração estreita da artista australiana.

O incômodo provocado pelos monstrengos de silicone concebidos por Patricia nos mostra sobre nossos próprios sentimentos, ampliando nossa compreensão sobre questões complexas e delicadas como a imposição de padrões de beleza, o racismo e a xenofobia.

Não à toa a artista costuma dizer que seu mundo é mais repleto de perguntas do que de respostas. “Sou interessada em descobrir o sentido do que é ser humano no âmbito da engenharia genética e da biotecnologia, e como essas tecnologias influenciam a maneira como nos relacionamos com o mundo. O mundo que crio existe em algum lugar entre o que conhecemos e o que está quase sobre nós (a imaginação, ou o futuro). Minhas criaturas, apesar de estranhas e por vezes inquietantes, não são assustadoras. Em vez disso, é a sua vulnerabilidade que muitas vezes vem à tona. Elas pedem que as olhemos além de sua estranheza, nos convidando a aceitá-las. Somos cercados por modificações genéticas escondidas em nossos alimentos e animais, sem ao menos dar conta! Eu não induzo o visitante a pensar qualquer coisa sobre engenharia genética, mas pergunto como eles se sentem frente a essas possibilidades”, explica.

O trabalho de Patrícia já foi levado a inúmeras galerias ao redor do mundo, com grande destaque nas Bienais de Liverpool, Berlim, Havana e Veneza.

 

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