junho 3, 2016

5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente

Neste domingo, dia 5 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente, data que coincide com a da realização, em 1972, da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, onde a efeméride foi estabelecida para chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais.

Durante o evento, os participantes divulgaram uma Declaração com 19 princípios, abordando a necessidade de “inspirar e guiar os povos do mundo para a preservação e a melhoria do ambiente humano”, estabelecendo as bases para a nova agenda ambiental do Sistema das Nações Unidas.

Quarenta e quatro anos após a primeira comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, muitos ainda são os desafios a serem enfrentados, apesar do aumento da conscientização a respeito dos limites dos recursos naturais disponíveis.

E um setor atendo aos impactos da degradação ambiental é o segurador. Em pesquisa da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg realizada em 2014, foi identificado que 88% das seguradoras entrevistadas desenvolvia ações de Responsabilidade Social e/ou Sustentabilidade e 75% eram signatárias de algum compromisso voluntário ou de índices voltados para a Sustentabilidade e a Responsabilidade Social.

Em 16 de julho, a Comissão de Riscos de Engenharia da Federação de Seguros Gerais (FenSeg), associada à CNseg, realizará, em São Paulo, o Seminário sobre Catástrofes Naturais com o objetivo de demonstrar as melhores práticas na avaliação de riscos aos quais o mercado segurador está exposto, em razão das mudanças climáticas.

E toda essa atenção não está relacionada apenas à preocupações com perdas futuras, mas também imediatas, já que os efeitos das mudanças climáticas já podem ser perfeitamente observados com o aumento do número e intensidade das catástrofes naturais, que só em 2015 geraram 27 bilhões de dólares em pedidos de indenizações e 23 mil mortes em todo o mundo.

Entre os desastres naturais que ocorrem no Brasil, as inundações são a de maior impacto econômico, gerando perdas anuais de 1,4 bilhões de dólares e, de acordo com estudo da Swiss Re, devendo chegar a 4 bilhões de dólares até 2030, afetando diretamente a 43 milhões de pessoas.

E se, como diz o provérbio, as mudanças do mundo começam pela mudança dos indivíduos, várias são as atitudes que cada um dos mais de 7 bilhões de habitantes do planeta pode empreender para reduzir sua pegada ecológica, conforme lista divulgada pela ONG World Wide Fund for Nature envolvendo questões como alimentação, hábitos, consumo, moradia e transporte.

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